
Ibovespa hoje
- Ibovespa futuro oscila aos 173,4 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,17 e juros futuros avançam.
- Trump diz que acordo com Irã “acabou” e eleva temor de nova escalada da guerra.
- Bolsas mundiais recuam, petróleo dispara 5% e Índice EWZ cai 1%.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Ibovespa futuro vira para alta de 0,09%, aos 173.750 pontos
Dólar comercial abre em alta de 0,48%, cotado a R$ 5,176 na compra e a R$ 5,178 na venda
Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com queda de 0,11%, aos 173.400 pontos
Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com queda de 1,83%, aos 324.720,00
Minidólar com vencimento em agosto (WDOQ26) começa o dia com alta de 0,30%, cotado a 5.207,50
Dólar futuro abre em alta de 0,39%, cotado aos 5.213,00 pontos
Ibovespa futuro abre em baixa de 0,71%, cotado aos 172.365 pontos
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
Tenda (TEND3) registra recordes de lançamentos e vendas no 2º trimestre
Construtora lançou 14 empreendimentos, com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,68 bilhão, alta de 54,4% na comparação anual.
Statkraft construirá parque eólico de 280 MW no Rio Grande do Sul
A Statkraft decidiu investir em um parque de geração eólica de 280 megawatts (MW) de capacidade no Rio Grande do Sul, disse a companhia norueguesa em comunicado nesta quarta-feira. Segundo a empresa, o complexo batizado de Gran Sul ficará em Santa Vitória do Palmar, local com fortes recursos eólicos, e tem construção prevista para iniciar em janeiro de 2027. “O Gran Sul representa um passo importante na estratégia de crescimento da Statkraft no Brasil. A decisão de investimento reflete nossa confiança no mercado brasileiro e ajuda a aproveitar os bons recursos eólicos do país”, afirmou Thiago Tomazzoli, líder da Statkraft no Brasil, em nota.
“Godzilla” vem aí? Como o El Niño afeta seu dinheiro e como se proteger
Agência climática dos EUA vê 63% de chance de evento “muito forte”; bancos apontam elétricas como possíveis beneficiadas, enquanto agro concentra riscos.
Ucrânia diz ter atingido três refinarias e navios-tanque da Rússia durante noite de ataques em grande escala
Drones ucranianos atacaram três refinarias de petróleo russas, navios-tanque russos no Mar de Azov e estações de bombeamento de oleodutos, informaram autoridades ucranianas e russas nesta quarta-feira, em uma noite de ataques em grande escala que se estendeu desde a fronteira ucraniana até os montes Urais. A Rússia vem sofrendo com grave escassez de combustível em algumas regiões, à medida que a Ucrânia conduz uma campanha com drones contra suas refinarias de petróleo e infraestrutura energética, com Kiev atingindo alvos cada vez mais distantes de seu próprio território. Kiev atingiu a refinaria de Omsk na segunda-feira, a maior da Rússia, no interior da Sibéria, a cerca de 2.700 km do território controlado pela Ucrânia. Em comunicados separados, o Estado-Maior e as forças especiais da Ucrânia afirmaram que drones atingiram as refinarias de petróleo TANECO e TAIF-NK em Nizhnekamsk, no Tartaristão, a refinaria de petróleo de Saratov e a base aérea militar de Borisoglebsk, na região de Voronezh. Autoridades russas confirmaram os ataques nessas regiões, embora não tenham especificado quais foram os alvos. O Ministério da Defesa da Rússia informou ter abatido 415 drones durante a madrugada. (Reuters)
Fed divulga ata em meio a debate entre analistas sobre se Warsh irá reduzi-la
A ata da primeira reunião de política monetária do Federal Reserve presidida por Kevin Warsh, a ser divulgada nesta quarta-feira, poderá oferecer uma visão mais clara da “briga de família” que, segundo o novo líder do banco central dos Estados Unidos, ocorreu ao longo de dois dias no mês passado, quando as autoridades decidiram manter a taxa de juros inalterada e enfatizaram seu compromisso com o controle da inflação. Entre as maiores incertezas em torno da divulgação da ata da reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) realizada entre 16 e 17 de junho, está a questão de saber se Warsh a reformulará da mesma forma que fez com o comunicado divulgado após o encontro, do qual foram removidas todas as orientações futuras e reduzidas as descrições das condições econômicas atuais. As autoridades do Fed presentes na reunião concordaram por unanimidade em manter a taxa de referência na faixa de 3,50% a 3,75%. Enquanto isso, as previsões atualizadas apresentadas por todos, exceto Warsh, mostraram um comitê que se afastou dos cortes nos juros que havia projetado anteriormente e que agora estava dividido entre aqueles que consideram que manter os juros é o melhor caminho neste ano e aqueles que veem a necessidade de aumentá-los pelo menos uma vez diante da inflação impulsionada pela guerra dos EUA e de Israel contra o Irã. (Reuters)
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para julho está em 68%
| 29/07 | 16/09 | |
| 4,00%-4,25% | – | 16,7% |
| 3,75%-4,00% | 31,5% | 49,9% |
| 3,75%-3,50% | 68,5% | 33,4% |
FIIs de shoppings ganham espaço nas recomendações na virada do semestre
IFIX recuou 1,21% em junho e fechou o primeiro semestre pressionado pela abertura dos juros longos, enquanto os shoppings ganham espaço nas carteiras de julho.
Índice EWZ cai 1,02% na pré-abertura dos EUA
Kremlin diz que fim da suspensão imposta pelo COI é passo importante
O Kremlin disse nesta quarta-feira que a decisão do Comitê Olímpico Internacional de revogar a suspensão do Comitê Olímpico Russo foi um passo importante para restaurar o direito dos atletas russos de participar de competições internacionais. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, também disse aos jornalistas que a Rússia continuaria a trabalhar para alcançar esse objetivo.
Câmara deve adiar votação de projeto que eleva teto do MEI para depois do recesso
Proposta amplia limite do faturamento anual o MEI R$ 81 mil para R$ 140 mil até 2028.
Governo Lula repudia participação de Flávio em audiência nos EUA: ‘Traição à pátria’
Flávio participou de audiência organizada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que não foi transmitida.
Trump ordena suspensão do comércio dos EUA com a Espanha devido aos gastos com a Otan e ao Irã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou nesta quarta-feira a suspensão imediata de todo o comércio com a Espanha, integrante da aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), intensificando as tensões em torno dos gastos com defesa e da guerra contra o Irã, apesar das regras da União Europeia que exigem que as negociações comerciais sejam conduzidas como um bloco único. Durante uma cúpula da Otan em Ancara, que os líderes europeus esperavam que pusesse um freio nas divisões dentro da aliança militar, Trump, ao contrário, reacendeu a disputa com a Espanha. Ele também irritou outro aliado da Otan, a Dinamarca, ao reiterar que seu país deveria controlar a Groenlândia. A Dinamarca prometeu defender cada polegada de seu território. Foi a segunda vez que Trump instruiu o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, a suspender o comércio com a Espanha devido à recusa do país em se comprometer com a nova meta de gastos com defesa da Otan, de 5% do PIB. No entanto, após sua primeira promessa nesse sentido, em março, o comércio entre os dois países continuou normalmente. “A Espanha não concorda com nada, e você não deveria bancá-los”, disse Trump ao secretário-geral da Otan, Mark Rutte, que mais tarde tentou amenizar a tensão afirmando que a Espanha “deu um grande passo no ano passado” ao aumentar seus gastos para 2%, embora tenha acrescentado que “ainda há questões que precisamos resolver”. (Reuters)
Irã ataca alvos no Bahrein e no Kuwait após onda de ataques dos EUA
Washington decidiu, na terça-feira, retirar uma concessão fundamental que permitia ao Irã vender petróleo nos mercados internacionais.
Barris de petróleo disparam 5% com fim de acordo entre EUA e Irã
Os preços do petróleo operam em alta, após os EUA lançarem novos ataques contra o Irã em retaliação aos ataques de Teerã a navios comerciais no Estreito de Ormuz. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, impulsionados pela melhora na demanda por armazéns na China e pelo aumento nas vendas de imóveis.
- Petróleo WTI, +5,24%, a US$ 74,12 o barril
- Petróleo Brent, +5,42%, a US$ 78,18 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,88%, a 746 iuanes (US$ 109,80)
Bolsas da Ásia fecham em baixa na maioria
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com baixa em sua maioria. O índice Nikkei, do Japão, caiu 2,11%, enquanto o Topix recuou 1,37%. O Kospi, da Coreia do Sul, caiu 5,35%. Já índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu quase 3%. As ações de Hong Kong registraram sua maior alta em três meses nesta quarta-feira uma vez que os papéis do setor de tecnologia atraíram compras nas baixas, enquanto o mercado da China atingiu a mínima em um mês. O rali do setor de tecnologia chinês contrariou a onda de vendas de ações de chips em outros mercados regionais e nos EUA, uma vez que os investidores migraram para empresas com cotações mais baixas e aumentaram as apostas no avanço do setor de tecnologia da China.
- Shanghai SE (China), -0,49%
- Nikkei (Japão): -2,11%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +2,99%
- Nifty 50 (Índia): -0,92%
- ASX 200 (Austrália): -0,21%
Bolsas da Europa têm fortes quedas com tensão renovada entre Irã-EUA
Os mercados europeus operam no vermelho, com uma nova escalada das tensões no Oriente Médio impulsionando os preços do petróleo, reacendendo as preocupações com a inflação na zona do euro, que depende da importação de petróleo e gás.
- STOXX 600: -1,65%
- DAX (Alemanha): -2,12%
- FTSE 100 (Reino Unido): -1,50%
- CAC 40 (França): -2,08%
- FTSE MIB (Itália): -1,49%
EUA: índices futuros recuam juntos após escalada de tensões no Oriente Médio
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta quarta-feira (8), pressionados pela disparada do petróleo após escalada das tensões no Oriente Médio. As forças americanas realizaram uma série de ataques contra o Irã na noite de terça-feira, em resposta a ataques contra três navios mercantes no Estreito de Ormuz. Além do conflito, os investidores voltam as atenções para a divulgação da ata da mais recente reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed), que pode oferecer novos sinais sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos. O mercado avalia o tom adotado pelos dirigentes da autoridade monetária e continua precificando a possibilidade de uma alta adicional das taxas até o fim de 2026 para conter as pressões inflacionárias.
- Dow Jones Futuro: -1,08%
- S&P 500 Futuro: -0,87%
- Nasdaq Futuro: -1,21%
Abertura de mercados
A aversão ao risco predomina nesta quarta-feira nos mercados internacionais depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o memorando de entendimento assinado com o Irã para acabar com o conflito no Oriente Médio “acabou”. Trump, que falava em Ancara antes da cúpula da Otan na capital turca, acrescentou que não quer se envolver com Teerã. “No que me diz respeito, lidar com eles é apenas uma perda de tempo”, afirmou. O sentimento do mercado já estava fragilizado depois que forças dos Estados Unidos e do Irã trocaram ataques no Golfo Pérsico. Diante disso, os preços do petróleo saltavam e as ações globais tinham queda, em meio a novas preocupações com os impactos sobre a inflação. Os investidores também estarão atentos à ata da reunião de política monetária de junho do Federal Reserve, a ser divulgada às 15h, em busca de pistas sobre como as autoridades estão avaliando os riscos de inflação e o crescimento econômico. (Reuters)
Trump afirma que acordo interino com Irã para pôr fim à guerra “acabou”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que o memorando de entendimento assinado com o Irã para pôr fim ao conflito “acabou”, acrescentando que não deseja manter relações com Teerã. O acordo interino de cessar-fogo assinado entre Washington e Teerã — com a mediação do Paquistão — tinha como objetivo proporcionar um prazo de 60 dias para negociações sobre um acordo permanente, mas as conversas indiretas no Catar terminaram na semana passada sem sinais de avanço, e as Forças Armadas dos EUA lançaram uma nova onda de ataques contra o Irã na terça-feira. “Para mim, acho que acabou. Não quero lidar com eles”, disse Trump antes de uma cúpula da Otan na capital turca, Ancara. “Eles são escória. São pessoas doentes. São liderados por pessoas doentes”, acrescentou ao lado do secretário-geral da Otan, Mark Rutte. “No que me diz respeito, é apenas uma perda de tempo lidar com eles.” Os EUA também revogaram na terça-feira uma licença que permitia ao Irã vender petróleo depois que três petroleiros foram atingidos por projéteis no Estreito de Ormuz. (Reuters)
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